Capítulo Único
O elevador do prédio sempre foi apenas mais uma rotina no meu dia. Subir, descer, ouvir aquele zumbido metálico, os botões iluminados em um tom âmbar cansado… nada demais. Até que, de repente, ele deixou de ser apenas um elevador, e passou a ser o palco dos encontros mais desconcertantes da minha vida.
Porque quase sempre que entro, lá está ele.
. O homem do último andar. O CEO do império que carrega o sobrenome como uma marca, conhecido pela frieza nos negócios e pela imponência que assusta qualquer um. Todos no prédio falam dele como se fosse intocável — inacessível. A cobertura inteira é dele, o andar mais alto de todos, com janelas de vidro que devem mostrar a cidade inteira como se fosse um brinquedo aos seus pés.
Mas, dentro do elevador, não existem vidros, poder ou distância. Só um espaço fechado, quatro paredes de aço e um silêncio carregado demais para ser ignorado.
A primeira vez que reparei nele, achei que fosse pura coincidência. A segunda, destino. Na terceira, comecei a me perguntar se não era o universo brincando comigo. Sempre o mesmo cenário: as portas se abrem, e eu o encontro ali, ereto, impecável, vestido com ternos que parecem moldados sob sua pele. O perfume dele invade o espaço antes mesmo que ele diga qualquer palavra — se é que diz algo.
Porque ele não fala comigo. Mas olha.
Olha de um jeito que não sei explicar, queima e gela ao mesmo tempo. Um olhar que me estuda, que se demora mais do que deveria, e que me faz pensar se não estou imaginando coisas. Só que, quando desvio os olhos, sinto quase fisicamente que ele ainda está ali, me percorrendo como se cada detalhe meu fosse de interesse dele.
Às vezes, o elevador fica lotado, vizinhos falando alto, bolsas, compras, gente reclamando do dia. Mesmo assim, eu sei quando ele está lá, porque é como se o ar mudasse de densidade. E quando a sorte — ou o azar — nos deixa sozinhos, o silêncio se transforma em algo quase palpável. Dá pra ouvir minha própria respiração e o som discreto da gravata dele sendo ajustada.
Hoje, mais uma vez, aconteceu. As portas se abriram no meu andar e, antes mesmo de entrar, já senti. Lá estava ele.
. Alto, postura imponente, o rosto marcado por linhas duras e olhos que pareciam me atravessar sem pedir permissão.
Entrei tentando disfarçar a pressa, fingindo que olhar para frente era o bastante para não ceder à curiosidade. Mas no reflexo espelhado da parede metálica, o vi. Ele estava me observando. Não de forma óbvia, mas também não com disfarce. Como se quisesse que eu percebesse.
E eu percebi.
Meu coração deu aquele salto irritante, denunciando o que eu tentava esconder: que cada vez que nos esbarramos, uma parte de mim fica esperando que algo aconteça. Algo além dos olhares, algo além do silêncio.
Mas, como sempre, o elevador seguiu seu curso, subindo em linhas retas, imparcial, enquanto dentro dele, a tensão parecia curvar o ar.
E eu só conseguia pensar: até quando isso vai ficar preso entre andares?
●●●
Tentei me distrair com a rotina do escritório, mas tudo parecia me arrastar de volta ao mesmo ponto. Planilhas abertas na tela, relatórios intermináveis, e a mente sempre fugindo, como se tivesse vida própria.
Não era de pensar em vizinhos. Eu mal lembrava o rosto de quem morava ao meu lado no corredor. E, ainda assim, lá estava eu, no meio de um relatório sobre vendas, imaginando como seria beijar .
A ideia me assustou. Não fazia sentido. Ele era só um vizinho… se é que dava pra chamar de “vizinho” alguém que vivia na cobertura mais exclusiva do prédio. Um homem distante, fora do meu alcance, inalcançável em todos os sentidos. E, ainda assim, a imagem dele voltava, insistente.
Os lábios firmes, que raramente se curvavam em um sorriso, mas que eu não conseguia deixar de imaginar contra os meus. Como seria a pressão do beijo dele? Seria urgente, impaciente, ou calculado, controlado, como tudo que parecia nele?
E as mãos… oh, as mãos. Sempre escondidas em gestos contidos, às vezes ajeitando o relógio de pulseira de couro, outras segurando uma pasta de documentos. Grandes, fortes, masculinas. Eu não deveria estar pensando em como seria sentir aquelas mãos em minha pele, explorando sem pressa ou segurando com firmeza o suficiente para me tirar o ar.
“Concentra, pelo amor de Deus”, murmurei para mim mesma, clicando com força no teclado, como se as letras pudessem me salvar das fantasias que começavam a fugir do controle.
Mas quanto mais eu tentava afastar a imagem dele, mais clara ela ficava. O elevador. O silêncio. Os olhos escuros fixos nos meus, como se ele soubesse exatamente no que eu estava pensando agora.
E talvez soubesse.
Porque não havia explicação lógica para o arrepio que subia pela minha nuca só de lembrar a forma como ele me observava. Um olhar carregado demais para ser casual. Profundo demais para ser mero acaso.
Suspirei fundo, apoiando o queixo na mão.
Desde quando eu, tão prática, tão centrada, estava perdendo tempo imaginando o gosto de um beijo proibido?
●●●
A noite já tinha se estendido mais do que deveria. Eu estava exausta, com os pés latejando dentro do salto e a mente entorpecida pelas horas extras. Quando finalmente atravessei o saguão do prédio, senti um alívio quase infantil: tão tarde assim, não havia risco de cruzar com ele.
Afinal, todos os nossos encontros seguiam um padrão, quase como se obedecessem a um relógio invisível. Eu sabia seus horários, ou achava que sabia. Mas agora, passando das onze, era impossível que ainda estivesse circulando pelo prédio.
Respirei fundo, ajeitando a bolsa no ombro, e apertei o botão do elevador. O hall estava vazio, silencioso, apenas o barulho distante da portaria e o zumbido baixo da iluminação noturna. Me permiti relaxar, finalmente livre da pressão do dia e, principalmente, daquela sensação estranha de estar sendo observada.
As portas do elevador começaram a se abrir. E foi nesse instante que ouvi o som grave de passos ecoando atrás de mim.
Meu coração deu um salto antes mesmo que eu me virasse. O ar pareceu mudar, pesado, conhecido. Eu já sabia quem era.
.
Ele surgiu do corredor lateral, alto, impecável como se a noite não tivesse qualquer efeito sobre ele. O terno escuro ainda alinhado, a gravata frouxa apenas o suficiente para deixá-lo com um ar perigosamente casual. Não havia cansaço em seus traços, apenas aquela frieza elegante que escondia algo mais profundo.
Por um segundo, pensei em cumprimentá-lo. Depois, me lembrei de que nunca tínhamos trocado uma única palavra. Apenas olhares. Apenas silêncios.
Ele se aproximou devagar, e eu percebi, no reflexo do painel metálico do elevador, que seus olhos estavam em mim. Mais uma vez.
Entramos juntos. Só nós dois.
As portas se fecharam atrás de nós com um estalo seco, e o cubo de aço começou a subir. O silêncio era tão intenso que eu conseguia ouvir o próprio coração. Quis me convencer de que era apenas um vizinho, de que não havia motivo algum para a tensão que percorria minha pele como eletricidade. Mas era inútil.
E então, pela primeira vez, ele falou.
— Você sempre chega tarde assim? — a voz dele era grave, envolvente, como se o espaço fechado amplificasse cada sílaba.
Demorei um segundo para processar que aquela pergunta era para mim. Que ele estava falando comigo.
— Não… — respondi baixo, sentindo minha garganta seca. — Hoje foi exceção.
Ele assentiu lentamente, os olhos ainda fixos em mim, como se estivesse avaliando cada reação.
— Estranhei mesmo. — murmurou. — Eu já havia notado seus horários.
A frase me atingiu em cheio. Ele havia notado. Ele reparava em mim tanto quanto eu nele.
Meus lábios se entreabriram, mas nenhuma resposta saiu. O elevador seguia seu curso, e, pela primeira vez, eu não tinha certeza se queria que as portas se abrissem.
O elevador subia em um ritmo constante, mas, para mim, cada segundo parecia se arrastar. Eu ainda sentia o peso da última frase dele — ele havia notado meus horários.
Eu não estava imaginando. Não era só na minha cabeça.
— Exceção ou não… — ele voltou a falar, a voz grave preenchendo todo o espaço — é curioso como nossos caminhos sempre se cruzam.
Engoli em seco. O tom dele não era de simples observação. Havia algo a mais, uma intenção escondida em cada palavra.
— Deve ser coincidência. — respondi rápido demais, como se isso pudesse encerrar o assunto.
arqueou levemente uma das sobrancelhas, e um meio sorriso surgiu em seus lábios, discreto, quase imperceptível, mas que deixou meu estômago em chamas.
— Coincidência… — repetiu, como se saboreasse a palavra. — Não acredito muito nelas. Principalmente quando acontecem tantas vezes.
Olhei para frente, tentando ignorar o calor que subia pelo meu corpo, mas a parede espelhada me denunciava. Meu reflexo mostrava o rubor no rosto, a respiração acelerada.
Ele inclinou o corpo de leve para o lado, aproximando-se alguns centímetros. Não o suficiente para tocar, mas o bastante para que o espaço entre nós parecesse perigosamente estreito.
— Talvez o elevador saiba mais do que nós. — disse em um tom baixo, quase confidencial. — Sempre encontra um jeito de nos colocar juntos.
Meu coração disparou. O elevador, cúmplice. O elevador, palco. Aquele cubo metálico parecia menor a cada andar.
— Ou… — ele continuou, a voz mais lenta, arrastada — talvez você goste de arriscar e apertar o botão no momento exato em que eu estou prestes a entrar.
A ousadia da frase me tirou o ar. Eu não fazia aquilo de propósito… fazia?
Meu coração tropeçou dentro do peito. Virei o rosto para ele, pronta para protestar, mas aquele olhar… Deus, aquele olhar me prendeu no lugar.
— Isso é o que você acha? — murmurei, mais desafiadora do que realmente estava.
O sorriso dele se alargou, discreto, carregado de algo que não cabia no silêncio do elevador.
— Eu não “acho” — ele disse, inclinando-se só o suficiente para que sua voz soasse como um segredo entre nós dois —, eu observo.
Engoli em seco, sentindo o corpo inteiro reagir ao tom baixo, rouco, que parecia acariciar cada palavra.
— Talvez você observe demais.
— Talvez você goste de ser observada.
O silêncio seguinte foi cortado apenas pelo som metálico do elevador subindo. Eu quis responder, mas percebi o detalhe que me fez gelar por dentro: os números digitais no painel continuavam avançando.
De repente, o 20º. Depois o 22º.
Meu coração acelerou. Eu não tinha apertado meu andar. Meus olhos se arregalaram, e, antes que eu pudesse estender a mão para o painel, já era tarde. O botão iluminado não era o meu. Era o último.
O andar dele.
Ele percebeu minha hesitação e, sem pressa alguma, voltou o olhar para mim, como se tivesse esperado exatamente por esse detalhe.
— Interessante… — murmurou, com aquele sorriso contido. — Parece que o elevador decidiu o destino por você.
Meu corpo inteiro ficou em alerta. Não sabia se descia no próximo, se me explicava, se simplesmente fugia… mas algo em sua postura, no modo como me fitava, não deixava espaço para o raciocínio.
O apito soou e as portas começaram a se abrir no último andar. Eu mal consegui processar o que fazer, quando vi a mão dele se mover rápido e precisa, apertando um botão discreto no painel de controle.
As portas pararam. Um estalo mecânico ecoou pelo espaço, e o elevador permaneceu fechado.
Meu coração disparou.
— O que você… — comecei, mas a voz falhou.
Ele se recostou levemente contra a parede, como se tivesse todo o tempo do mundo, os olhos fixos em mim com aquele brilho de provocação calculada.
— Calma. — disse baixo, a voz grave ressoando no espaço fechado. — Não precisa ter pressa.
A tensão ficou quase sufocante. O elevador agora não era apenas um cubo de aço — era uma prisão. E eu estava presa com ele.
— Isso é… errado. — murmurei, sem muita convicção.
— Errado? — ele arqueou a sobrancelha, um sorriso surgindo nos lábios. — Talvez. Mas às vezes o que é “errado” é justamente o que a gente mais deseja.
Engoli em seco, tentando manter a compostura, mas as palavras dele martelavam dentro de mim.
— Você não pode simplesmente me prender aqui.
— Não? — ele se inclinou para frente, diminuindo ainda mais o espaço entre nós. — Então por que você não aperta o botão e vai embora?
Minha respiração falhou. Ele sabia. Ele sabia que eu não queria apertar botão nenhum.
— Eu… — minha voz morreu na garganta.
O olhar dele percorreu meu rosto devagar, como se absorvesse cada reação.
— É curioso — disse, baixo, quase como um sussurro — como um simples elevador pode deixar as coisas tão… íntimas. Sem escapatória. Só nós dois, sem máscaras, sem distrações.
O ar ficou ainda mais pesado. Eu sentia o calor dele, o perfume amadeirado, a eletricidade no espaço mínimo que nos separava.
— Você gosta desse jogo, não gosta? — ele provocou, os olhos cravados nos meus. — Fingir que não percebe, fingir que não sente.
Meu corpo inteiro tremeu, denunciando cada palavra.
E antes que eu pudesse responder, ele soltou mais uma frase, arrastada, carregada de duplo sentido:
— A questão é… quanto tempo você aguenta aqui comigo antes de admitir o que realmente quer?
O elevador estava imóvel, mas eu sentia como se o chão tivesse desaparecido sob meus pés. Cada palavra dele ecoava dentro de mim, e o silêncio que seguia depois parecia ainda mais perigoso.
Ele deu um passo à frente. Pequeno, calculado. Ainda havia espaço entre nós, mas agora o ar estava impregnado pelo perfume dele, denso, quente, impossível de ignorar.
— Estranho, não é? — a voz saiu baixa, firme, como se fosse feita para deslizar pela minha pele. — Sempre que o elevador nos coloca frente a frente, você fica assim… sem palavras.
Desviei o olhar, mas ele riu, baixo, rouco, como se tivesse descoberto um segredo.
— Talvez você precise de alguém que saiba conduzir a conversa. — continuou, mais um passo à frente. — Ou… conduzir você.
Meu coração acelerou, e percebi que estava recuando sem nem notar. Um instinto, como se meu corpo respondesse sozinho à proximidade dele.
— … — o nome escapou sem que eu percebesse, e quando me dei conta, ele já estava mais perto do que deveria.
— Finalmente. — ele murmurou, o sorriso discreto dançando nos lábios. — Gosto de como soa quando você diz meu nome.
Mais um passo. E outro.
Meu corpo colidiu suavemente com a parede fria do elevador. Eu estava encurralada, as costas contra o metal, ele à minha frente, alto, imponente, ocupando todo o espaço.
— Parece que não tem mais para onde ir. — disse, a voz carregada de provocação.
Engoli em seco, tentando controlar a respiração, mas era impossível. O olhar dele me prendia, me queimava.
— E agora? — ele perguntou, inclinando-se devagar, o rosto a poucos centímetros do meu. — Vai continuar fingindo que não sente… ou vai me dizer o que está passando pela sua cabeça?
O espaço entre nós era mínimo, quase inexistente. O calor dele me envolvia, e eu sabia que bastava um movimento, apenas um, para que o que estava prestes a acontecer fosse inevitável.
— Eu realmente preciso dizer o óbvio? — perguntei em um sussurro, como se mais alguém pudesse me ouvir.
— Droga, . Tô a ponto de cometer uma loucura. — ele falou, passando a mão nos cabelos, bagunçando-os totalmente.
O quanto esse homem ficava ainda mais sexy com essa ação era algo que não poderia ser descrito em lugar algum. Suspirei pesadamente ao me imaginar puxando-os.
— Que tipo de loucura?
Ele deu um sorriso travesso e me pressionou contra a parede metálica e gélida do elevador. Sua mão direita parou na minha cintura e a esquerda no meu pescoço.
— Eu quero te comer. Agora.
— Agora? — perguntei espantada e o vi balançar a cabeça em concordância. - Aqui? — Me dá um segundo. — ele disse, sem responder minha pergunta claramente retórica e se afastou um pouco de mim.
Fiquei confusa, principalmente quando sua mão foi em direção ao bolso, tirando o celular do local e digitando rapidamente, antes de colocar o celular no ouvido.
— Aconteceu algo?
— Não, mas vai. — ele falou sussurrando e logo tornou atenção a ligação. — Senhor Andrews, por favor. Preciso que desligue o monitoramento dos elevadores do condomínio, pois teremos uma vistoria. Um dos elevadores está com um defeito, por isso está parado, também iremos trocar as câmeras por mais modernas. — ele disse, meio fazendo pôr a mão na boca em choque. — Obrigado.
— Você é louco!
— Baby, você não viu nada.
chocou seu corpo ao meu e sem que eu pudesse me preparar, colou os lábios aos meus, em um beijo sedento e cheio de desejo. Era ainda melhor do que eu imaginei, seus lábios eram macios e seu hálito tinha gosto de hortelã, o que tornava tudo ainda melhor.
Uma de suas mãos foi para minha nuca e a outra foi pra minha cintura, mas ambas não se demoraram ali, pois foram direto para minha bunda.
Ele começou a puxar a barra da minha saia, levantando e deixando parar na minha cintura, expondo a lingerie que eu usava. parou o beijo e olhou em direção a minha boceta, sorrindo.
Sem dizer uma palavra, ficou de joelhos, afastando minhas coxas, me deixando ainda mais exposta.
— Se apoia no encontro das paredes. — ele falou baixo, em um tom quase de ordem que me deixou ainda mais molhada.
Fiz o que ele mandou e ele levantou minha perna direita. Logo em seguida, rasgou minha calcinha, deixando minha boceta à mostra. O homem colocou a boca nos grandes lábios e começou a me chupar, me fazendo gemer com o toque da sua língua quente, que brincava com meu clitóris, me deixando ainda mais excitada.
Quando eu estava prestes a chegar ao orgasmo, sentiu e parou, me fazendo murmurar em protesto.
— Por favor… — sussurrei.
— Calma, baby. O melhor vem agora. — ele disse e me beijou, fazendo com que eu sentisse o meu gosto em sua boca.
era bem mais alto do que eu, seu corpo praticamente cobria o meu e em um movimento rápido, me colocou no seu colo.
Não percebi que ele tinha baixado sua calça e cueca, só senti seu pau entrando na minha boceta e me socando fortemente, me fazendo gemer ainda mais alto.
Ele se movimentava rapidamente, como se fosse algo fácil ter um corpo em cima dele e fazia com muita maestria.
Seus movimentos mudaram o local, ficando exatamente onde eu estava sentindo ainda mais prazer e gritei pra ela continuar, ele continuou a movimentar na mesma velocidade e pude sentir minha boceta contrair rapidamente até eu chegar no meu orgasmo.
me colocou no chão e me virou de costas, levantando minha perna direita e logo voltou seu pau para minha boceta, em movimentos rápidos e fortes, me fazendo gemer mesmo após meu ápice.
Senti seu líquido quente jorrar dentro de mim, enquanto ele soltava um gemido de prazer e diminuía os movimentos até parar totalmente.
Saiu de dentro de mim e vestiu-se ainda sem falar nada. Abaixou minha saia, apertou o botão vermelho, fazendo com que as portas abrissem.
Meu corpo estava mole. Não sei como eu estava em pé. O homem percebeu e me colocou no colo, me fazendo soltar um grito de susto.
— Vamos, baby. Vou cuidar de você.
Porque quase sempre que entro, lá está ele.
. O homem do último andar. O CEO do império que carrega o sobrenome como uma marca, conhecido pela frieza nos negócios e pela imponência que assusta qualquer um. Todos no prédio falam dele como se fosse intocável — inacessível. A cobertura inteira é dele, o andar mais alto de todos, com janelas de vidro que devem mostrar a cidade inteira como se fosse um brinquedo aos seus pés.
Mas, dentro do elevador, não existem vidros, poder ou distância. Só um espaço fechado, quatro paredes de aço e um silêncio carregado demais para ser ignorado.
A primeira vez que reparei nele, achei que fosse pura coincidência. A segunda, destino. Na terceira, comecei a me perguntar se não era o universo brincando comigo. Sempre o mesmo cenário: as portas se abrem, e eu o encontro ali, ereto, impecável, vestido com ternos que parecem moldados sob sua pele. O perfume dele invade o espaço antes mesmo que ele diga qualquer palavra — se é que diz algo.
Porque ele não fala comigo. Mas olha.
Olha de um jeito que não sei explicar, queima e gela ao mesmo tempo. Um olhar que me estuda, que se demora mais do que deveria, e que me faz pensar se não estou imaginando coisas. Só que, quando desvio os olhos, sinto quase fisicamente que ele ainda está ali, me percorrendo como se cada detalhe meu fosse de interesse dele.
Às vezes, o elevador fica lotado, vizinhos falando alto, bolsas, compras, gente reclamando do dia. Mesmo assim, eu sei quando ele está lá, porque é como se o ar mudasse de densidade. E quando a sorte — ou o azar — nos deixa sozinhos, o silêncio se transforma em algo quase palpável. Dá pra ouvir minha própria respiração e o som discreto da gravata dele sendo ajustada.
Hoje, mais uma vez, aconteceu. As portas se abriram no meu andar e, antes mesmo de entrar, já senti. Lá estava ele.
. Alto, postura imponente, o rosto marcado por linhas duras e olhos que pareciam me atravessar sem pedir permissão.
Entrei tentando disfarçar a pressa, fingindo que olhar para frente era o bastante para não ceder à curiosidade. Mas no reflexo espelhado da parede metálica, o vi. Ele estava me observando. Não de forma óbvia, mas também não com disfarce. Como se quisesse que eu percebesse.
E eu percebi.
Meu coração deu aquele salto irritante, denunciando o que eu tentava esconder: que cada vez que nos esbarramos, uma parte de mim fica esperando que algo aconteça. Algo além dos olhares, algo além do silêncio.
Mas, como sempre, o elevador seguiu seu curso, subindo em linhas retas, imparcial, enquanto dentro dele, a tensão parecia curvar o ar.
E eu só conseguia pensar: até quando isso vai ficar preso entre andares?
Tentei me distrair com a rotina do escritório, mas tudo parecia me arrastar de volta ao mesmo ponto. Planilhas abertas na tela, relatórios intermináveis, e a mente sempre fugindo, como se tivesse vida própria.
Não era de pensar em vizinhos. Eu mal lembrava o rosto de quem morava ao meu lado no corredor. E, ainda assim, lá estava eu, no meio de um relatório sobre vendas, imaginando como seria beijar .
A ideia me assustou. Não fazia sentido. Ele era só um vizinho… se é que dava pra chamar de “vizinho” alguém que vivia na cobertura mais exclusiva do prédio. Um homem distante, fora do meu alcance, inalcançável em todos os sentidos. E, ainda assim, a imagem dele voltava, insistente.
Os lábios firmes, que raramente se curvavam em um sorriso, mas que eu não conseguia deixar de imaginar contra os meus. Como seria a pressão do beijo dele? Seria urgente, impaciente, ou calculado, controlado, como tudo que parecia nele?
E as mãos… oh, as mãos. Sempre escondidas em gestos contidos, às vezes ajeitando o relógio de pulseira de couro, outras segurando uma pasta de documentos. Grandes, fortes, masculinas. Eu não deveria estar pensando em como seria sentir aquelas mãos em minha pele, explorando sem pressa ou segurando com firmeza o suficiente para me tirar o ar.
“Concentra, pelo amor de Deus”, murmurei para mim mesma, clicando com força no teclado, como se as letras pudessem me salvar das fantasias que começavam a fugir do controle.
Mas quanto mais eu tentava afastar a imagem dele, mais clara ela ficava. O elevador. O silêncio. Os olhos escuros fixos nos meus, como se ele soubesse exatamente no que eu estava pensando agora.
E talvez soubesse.
Porque não havia explicação lógica para o arrepio que subia pela minha nuca só de lembrar a forma como ele me observava. Um olhar carregado demais para ser casual. Profundo demais para ser mero acaso.
Suspirei fundo, apoiando o queixo na mão.
Desde quando eu, tão prática, tão centrada, estava perdendo tempo imaginando o gosto de um beijo proibido?
A noite já tinha se estendido mais do que deveria. Eu estava exausta, com os pés latejando dentro do salto e a mente entorpecida pelas horas extras. Quando finalmente atravessei o saguão do prédio, senti um alívio quase infantil: tão tarde assim, não havia risco de cruzar com ele.
Afinal, todos os nossos encontros seguiam um padrão, quase como se obedecessem a um relógio invisível. Eu sabia seus horários, ou achava que sabia. Mas agora, passando das onze, era impossível que ainda estivesse circulando pelo prédio.
Respirei fundo, ajeitando a bolsa no ombro, e apertei o botão do elevador. O hall estava vazio, silencioso, apenas o barulho distante da portaria e o zumbido baixo da iluminação noturna. Me permiti relaxar, finalmente livre da pressão do dia e, principalmente, daquela sensação estranha de estar sendo observada.
As portas do elevador começaram a se abrir. E foi nesse instante que ouvi o som grave de passos ecoando atrás de mim.
Meu coração deu um salto antes mesmo que eu me virasse. O ar pareceu mudar, pesado, conhecido. Eu já sabia quem era.
.
Ele surgiu do corredor lateral, alto, impecável como se a noite não tivesse qualquer efeito sobre ele. O terno escuro ainda alinhado, a gravata frouxa apenas o suficiente para deixá-lo com um ar perigosamente casual. Não havia cansaço em seus traços, apenas aquela frieza elegante que escondia algo mais profundo.
Por um segundo, pensei em cumprimentá-lo. Depois, me lembrei de que nunca tínhamos trocado uma única palavra. Apenas olhares. Apenas silêncios.
Ele se aproximou devagar, e eu percebi, no reflexo do painel metálico do elevador, que seus olhos estavam em mim. Mais uma vez.
Entramos juntos. Só nós dois.
As portas se fecharam atrás de nós com um estalo seco, e o cubo de aço começou a subir. O silêncio era tão intenso que eu conseguia ouvir o próprio coração. Quis me convencer de que era apenas um vizinho, de que não havia motivo algum para a tensão que percorria minha pele como eletricidade. Mas era inútil.
E então, pela primeira vez, ele falou.
— Você sempre chega tarde assim? — a voz dele era grave, envolvente, como se o espaço fechado amplificasse cada sílaba.
Demorei um segundo para processar que aquela pergunta era para mim. Que ele estava falando comigo.
— Não… — respondi baixo, sentindo minha garganta seca. — Hoje foi exceção.
Ele assentiu lentamente, os olhos ainda fixos em mim, como se estivesse avaliando cada reação.
— Estranhei mesmo. — murmurou. — Eu já havia notado seus horários.
A frase me atingiu em cheio. Ele havia notado. Ele reparava em mim tanto quanto eu nele.
Meus lábios se entreabriram, mas nenhuma resposta saiu. O elevador seguia seu curso, e, pela primeira vez, eu não tinha certeza se queria que as portas se abrissem.
O elevador subia em um ritmo constante, mas, para mim, cada segundo parecia se arrastar. Eu ainda sentia o peso da última frase dele — ele havia notado meus horários.
Eu não estava imaginando. Não era só na minha cabeça.
— Exceção ou não… — ele voltou a falar, a voz grave preenchendo todo o espaço — é curioso como nossos caminhos sempre se cruzam.
Engoli em seco. O tom dele não era de simples observação. Havia algo a mais, uma intenção escondida em cada palavra.
— Deve ser coincidência. — respondi rápido demais, como se isso pudesse encerrar o assunto.
arqueou levemente uma das sobrancelhas, e um meio sorriso surgiu em seus lábios, discreto, quase imperceptível, mas que deixou meu estômago em chamas.
— Coincidência… — repetiu, como se saboreasse a palavra. — Não acredito muito nelas. Principalmente quando acontecem tantas vezes.
Olhei para frente, tentando ignorar o calor que subia pelo meu corpo, mas a parede espelhada me denunciava. Meu reflexo mostrava o rubor no rosto, a respiração acelerada.
Ele inclinou o corpo de leve para o lado, aproximando-se alguns centímetros. Não o suficiente para tocar, mas o bastante para que o espaço entre nós parecesse perigosamente estreito.
— Talvez o elevador saiba mais do que nós. — disse em um tom baixo, quase confidencial. — Sempre encontra um jeito de nos colocar juntos.
Meu coração disparou. O elevador, cúmplice. O elevador, palco. Aquele cubo metálico parecia menor a cada andar.
— Ou… — ele continuou, a voz mais lenta, arrastada — talvez você goste de arriscar e apertar o botão no momento exato em que eu estou prestes a entrar.
A ousadia da frase me tirou o ar. Eu não fazia aquilo de propósito… fazia?
Meu coração tropeçou dentro do peito. Virei o rosto para ele, pronta para protestar, mas aquele olhar… Deus, aquele olhar me prendeu no lugar.
— Isso é o que você acha? — murmurei, mais desafiadora do que realmente estava.
O sorriso dele se alargou, discreto, carregado de algo que não cabia no silêncio do elevador.
— Eu não “acho” — ele disse, inclinando-se só o suficiente para que sua voz soasse como um segredo entre nós dois —, eu observo.
Engoli em seco, sentindo o corpo inteiro reagir ao tom baixo, rouco, que parecia acariciar cada palavra.
— Talvez você observe demais.
— Talvez você goste de ser observada.
O silêncio seguinte foi cortado apenas pelo som metálico do elevador subindo. Eu quis responder, mas percebi o detalhe que me fez gelar por dentro: os números digitais no painel continuavam avançando.
De repente, o 20º. Depois o 22º.
Meu coração acelerou. Eu não tinha apertado meu andar. Meus olhos se arregalaram, e, antes que eu pudesse estender a mão para o painel, já era tarde. O botão iluminado não era o meu. Era o último.
O andar dele.
Ele percebeu minha hesitação e, sem pressa alguma, voltou o olhar para mim, como se tivesse esperado exatamente por esse detalhe.
— Interessante… — murmurou, com aquele sorriso contido. — Parece que o elevador decidiu o destino por você.
Meu corpo inteiro ficou em alerta. Não sabia se descia no próximo, se me explicava, se simplesmente fugia… mas algo em sua postura, no modo como me fitava, não deixava espaço para o raciocínio.
O apito soou e as portas começaram a se abrir no último andar. Eu mal consegui processar o que fazer, quando vi a mão dele se mover rápido e precisa, apertando um botão discreto no painel de controle.
As portas pararam. Um estalo mecânico ecoou pelo espaço, e o elevador permaneceu fechado.
Meu coração disparou.
— O que você… — comecei, mas a voz falhou.
Ele se recostou levemente contra a parede, como se tivesse todo o tempo do mundo, os olhos fixos em mim com aquele brilho de provocação calculada.
— Calma. — disse baixo, a voz grave ressoando no espaço fechado. — Não precisa ter pressa.
A tensão ficou quase sufocante. O elevador agora não era apenas um cubo de aço — era uma prisão. E eu estava presa com ele.
— Isso é… errado. — murmurei, sem muita convicção.
— Errado? — ele arqueou a sobrancelha, um sorriso surgindo nos lábios. — Talvez. Mas às vezes o que é “errado” é justamente o que a gente mais deseja.
Engoli em seco, tentando manter a compostura, mas as palavras dele martelavam dentro de mim.
— Você não pode simplesmente me prender aqui.
— Não? — ele se inclinou para frente, diminuindo ainda mais o espaço entre nós. — Então por que você não aperta o botão e vai embora?
Minha respiração falhou. Ele sabia. Ele sabia que eu não queria apertar botão nenhum.
— Eu… — minha voz morreu na garganta.
O olhar dele percorreu meu rosto devagar, como se absorvesse cada reação.
— É curioso — disse, baixo, quase como um sussurro — como um simples elevador pode deixar as coisas tão… íntimas. Sem escapatória. Só nós dois, sem máscaras, sem distrações.
O ar ficou ainda mais pesado. Eu sentia o calor dele, o perfume amadeirado, a eletricidade no espaço mínimo que nos separava.
— Você gosta desse jogo, não gosta? — ele provocou, os olhos cravados nos meus. — Fingir que não percebe, fingir que não sente.
Meu corpo inteiro tremeu, denunciando cada palavra.
E antes que eu pudesse responder, ele soltou mais uma frase, arrastada, carregada de duplo sentido:
— A questão é… quanto tempo você aguenta aqui comigo antes de admitir o que realmente quer?
O elevador estava imóvel, mas eu sentia como se o chão tivesse desaparecido sob meus pés. Cada palavra dele ecoava dentro de mim, e o silêncio que seguia depois parecia ainda mais perigoso.
Ele deu um passo à frente. Pequeno, calculado. Ainda havia espaço entre nós, mas agora o ar estava impregnado pelo perfume dele, denso, quente, impossível de ignorar.
— Estranho, não é? — a voz saiu baixa, firme, como se fosse feita para deslizar pela minha pele. — Sempre que o elevador nos coloca frente a frente, você fica assim… sem palavras.
Desviei o olhar, mas ele riu, baixo, rouco, como se tivesse descoberto um segredo.
— Talvez você precise de alguém que saiba conduzir a conversa. — continuou, mais um passo à frente. — Ou… conduzir você.
Meu coração acelerou, e percebi que estava recuando sem nem notar. Um instinto, como se meu corpo respondesse sozinho à proximidade dele.
— … — o nome escapou sem que eu percebesse, e quando me dei conta, ele já estava mais perto do que deveria.
— Finalmente. — ele murmurou, o sorriso discreto dançando nos lábios. — Gosto de como soa quando você diz meu nome.
Mais um passo. E outro.
Meu corpo colidiu suavemente com a parede fria do elevador. Eu estava encurralada, as costas contra o metal, ele à minha frente, alto, imponente, ocupando todo o espaço.
— Parece que não tem mais para onde ir. — disse, a voz carregada de provocação.
Engoli em seco, tentando controlar a respiração, mas era impossível. O olhar dele me prendia, me queimava.
— E agora? — ele perguntou, inclinando-se devagar, o rosto a poucos centímetros do meu. — Vai continuar fingindo que não sente… ou vai me dizer o que está passando pela sua cabeça?
O espaço entre nós era mínimo, quase inexistente. O calor dele me envolvia, e eu sabia que bastava um movimento, apenas um, para que o que estava prestes a acontecer fosse inevitável.
— Eu realmente preciso dizer o óbvio? — perguntei em um sussurro, como se mais alguém pudesse me ouvir.
— Droga, . Tô a ponto de cometer uma loucura. — ele falou, passando a mão nos cabelos, bagunçando-os totalmente.
O quanto esse homem ficava ainda mais sexy com essa ação era algo que não poderia ser descrito em lugar algum. Suspirei pesadamente ao me imaginar puxando-os.
— Que tipo de loucura?
Ele deu um sorriso travesso e me pressionou contra a parede metálica e gélida do elevador. Sua mão direita parou na minha cintura e a esquerda no meu pescoço.
— Eu quero te comer. Agora.
— Agora? — perguntei espantada e o vi balançar a cabeça em concordância. - Aqui? — Me dá um segundo. — ele disse, sem responder minha pergunta claramente retórica e se afastou um pouco de mim.
Fiquei confusa, principalmente quando sua mão foi em direção ao bolso, tirando o celular do local e digitando rapidamente, antes de colocar o celular no ouvido.
— Aconteceu algo?
— Não, mas vai. — ele falou sussurrando e logo tornou atenção a ligação. — Senhor Andrews, por favor. Preciso que desligue o monitoramento dos elevadores do condomínio, pois teremos uma vistoria. Um dos elevadores está com um defeito, por isso está parado, também iremos trocar as câmeras por mais modernas. — ele disse, meio fazendo pôr a mão na boca em choque. — Obrigado.
— Você é louco!
— Baby, você não viu nada.
chocou seu corpo ao meu e sem que eu pudesse me preparar, colou os lábios aos meus, em um beijo sedento e cheio de desejo. Era ainda melhor do que eu imaginei, seus lábios eram macios e seu hálito tinha gosto de hortelã, o que tornava tudo ainda melhor.
Uma de suas mãos foi para minha nuca e a outra foi pra minha cintura, mas ambas não se demoraram ali, pois foram direto para minha bunda.
Ele começou a puxar a barra da minha saia, levantando e deixando parar na minha cintura, expondo a lingerie que eu usava. parou o beijo e olhou em direção a minha boceta, sorrindo.
Sem dizer uma palavra, ficou de joelhos, afastando minhas coxas, me deixando ainda mais exposta.
— Se apoia no encontro das paredes. — ele falou baixo, em um tom quase de ordem que me deixou ainda mais molhada.
Fiz o que ele mandou e ele levantou minha perna direita. Logo em seguida, rasgou minha calcinha, deixando minha boceta à mostra. O homem colocou a boca nos grandes lábios e começou a me chupar, me fazendo gemer com o toque da sua língua quente, que brincava com meu clitóris, me deixando ainda mais excitada.
Quando eu estava prestes a chegar ao orgasmo, sentiu e parou, me fazendo murmurar em protesto.
— Por favor… — sussurrei.
— Calma, baby. O melhor vem agora. — ele disse e me beijou, fazendo com que eu sentisse o meu gosto em sua boca.
era bem mais alto do que eu, seu corpo praticamente cobria o meu e em um movimento rápido, me colocou no seu colo.
Não percebi que ele tinha baixado sua calça e cueca, só senti seu pau entrando na minha boceta e me socando fortemente, me fazendo gemer ainda mais alto.
Ele se movimentava rapidamente, como se fosse algo fácil ter um corpo em cima dele e fazia com muita maestria.
Seus movimentos mudaram o local, ficando exatamente onde eu estava sentindo ainda mais prazer e gritei pra ela continuar, ele continuou a movimentar na mesma velocidade e pude sentir minha boceta contrair rapidamente até eu chegar no meu orgasmo.
me colocou no chão e me virou de costas, levantando minha perna direita e logo voltou seu pau para minha boceta, em movimentos rápidos e fortes, me fazendo gemer mesmo após meu ápice.
Senti seu líquido quente jorrar dentro de mim, enquanto ele soltava um gemido de prazer e diminuía os movimentos até parar totalmente.
Saiu de dentro de mim e vestiu-se ainda sem falar nada. Abaixou minha saia, apertou o botão vermelho, fazendo com que as portas abrissem.
Meu corpo estava mole. Não sei como eu estava em pé. O homem percebeu e me colocou no colo, me fazendo soltar um grito de susto.
— Vamos, baby. Vou cuidar de você.
Fim...
Nota da autora: Mais uma fic no ar, espero que gostem!
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MV: Fire 03. Push & Pull
10. Games
14. Never Let You Go
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10. Vroom
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Um Verão Inesquecível
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